sábado, 10 de agosto de 2013

SEGUNDO DIA DOS FESTEJOS DE NOSSA SENHORA DO BOM SUCESSO.DIA 07-08-2013.

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      Segundo dia dos festejos de nossa senhora do bom sucesso, a missa mais uma vez repleta de fiéis. Belíssima celebração, hoje na missa estava presente os padres Adairton, Atenágoras, Aristides, e o padre de Parnaguá Dutra. Os noiteiros de hoje é a comunidade vila branca, batateira, nova Curimatá e baixa verde. As barraquinhas muito bem organizadas. A equipe da samu marcando presença no caso de alguma emergência.ac2.jpg
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PRIMEIRO DIA DOS FESTEJOS DE NOSSA SENHORA DO BOM SUCESSO DA CIDADE DE CURIMATÁ.

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     Hoje dia 06 de Agosto 2013 é o primeiro dia dos festejo de Nossa Senhora do Bom Sucesso. Os noiteiros de hoje e Prefeitura, Câmara Municipal de vereadores, poder judiciário, policia militar e civil. Teve a coroação dos 17 novos coroinhas. A belíssima coroação e celebração pelo padre Antenagorás, a Igreja estava cheia de fieis. Contou com a presença do vigário padre José Adairton de Curimatá e o padre Aristides de Avelino Lopes.ba2.jpg
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fonte:180 graus

As moradoras da localidade Matos, distante 28 Km da sede do município de Curimatá) se beneficiam com o tanque construído pelo prefeito Reidan, que foi inaugurado no início deste ano de 2013.
Segundo o prefeito, o projeto é aumentar de aumentar, armazenando mais água e beneficiando a população.
O tanque foi iniciado em novembro de 2012, sendo concluído 3 meses depois.
Alex Gomes (Direto de Curimatá)
Colaboração: Élida Machado (gerente do 180graus)
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fonte:180 graus

Amapi sugere ao TJ-PI nova proposta para segurança de fóruns


A Associação propôs segurança armada durante o dia e desarmada à noite para todas as comarcas

A Associação dos Magistrados Piauienses sugeriu ao Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) uma alternativa para ampliar o número de Comarcas atendidas por segurança privada.
Na proposta, a Associação sugere, diante das limitações financeiras alegadas pelo TJ-PI, a contratação de segurança armada durante o dia e desarmada à noite para todas as Comarcas. Caso a proposta seja atendida, de imediato, o número de fóruns protegidos seria ampliado de 20 para 28. 
“Ao concluir a licitação para contratação da empresa de segurança privada, a presidência do TJ-PI solicitou manifestação da Amapi sobre as Comarcas que deveriam receber segurança privada, bem como alternativas para ampliar o número inicial, definido pelo Tribunal, de 20 Comarcas beneficiadas”, explica o presidente da Amapi, José Airton Medeiros.
O magistrado frisa que o Tribunal de Justiça do Piauí tem alegado limitação de recursos para a contratação do serviço, por isso, a defesa da presença de segurança armada em apenas um turno.
O presidente da Amapi afirma que “a proposta ainda não é a ideal, mas, em razão da carência de recursos, discutimos e concluímos que a segurança armada minimizará os riscos que correm juízes, promotores, defensores, servidores, advogados, como também todos aqueles que vão aos fóruns diariamente”.
Para José Airton, a contratação de segurança armada somente durante o dia, e desarmada à noite, deve ser, necessariamente, complementada por outras medidas, como a aquisição imediata de sistema eletrônico de segurança.
“Se o TJ-PI acatar essa medida, estará cumprindo o seu papel de bem cuidar dos seus integrantes, servidores e patrimônio. Vale registrar que a segurança noturna desarmada vem sendo adotada, por exemplo, pelo Tribunal Regional Eleitoral em diversas zonas eleitorais do Piauí, onde não temos notícia de invasões e furtos”, conclui José Airton Medeiros.
Nos últimos três anos, os fóruns do Piauí têm sofrido com a falta de segurança. Em 2013, os fóruns de Demerval Lobão e Corrente foram invadidos. A lista de arrombamentos segue nos municípios de Altos, Beneditinos, Cristalândia, Curimatá, Luis Correia, Avelino Lopes, Água Branca, Regeneração, Fronteiras, Monsenhor Gil, Elesbão Veloso e São Pedro do Piauí.

Fonte: Ascom

Mais de 50% dos processos estão parados no extremo Sul do Piauí

Desembargador Sebatião Ribeiro Martins faz inspeção e encaminhou hoje relatório parcial a Corregedoria.

Mais de 50% dos processos judiciais em municípios no Sul do Estado estão parados, segundo relatório parcial da Corregedoria do Tribunal de Justiça em que o Cidadeverde.com teve acesso nesta terça-feira (30). Cerca de 15 mil ações foram analisadas durante a correição que ocorre nas comarcas.




O desembargador do Tribunal de Justiça, Sebastião Ribeiro Martins está fazendo inspeções no extremo sul do Piauí e constatou que os processos estão parados por falta de juízes e promotores. Sebastião Ribeiro Martins, que já presidiu a Associação dos Magistrados do Estado, foi designado pelo Corregedor Francisco Paes Landim para as inspeções.

Em Cristino Castro, o desembargador interditou parcialmente o fórum da cidade, devido à ameaça de desabamento.  

“O quadro mais grave que encontrei foi à falta de juízes, promotores e servidores nas comarcas. Uma situação de abandono”, disse Sebastião Ribeiro Martins.

Faltam promotores nas cidades de Redenção do Gurgueia, Parnaguá, Gilbués, Cristino Castro e Bom Jesus. “Os processo ficam parados, pois precisam de parecer do Ministério Público Estadual e despacho dos juizes”.

De acordo com o magistrado, a ausência de juízes gera impunidade e o descrédito na justiça. Nesta terça, o desembargador está despachando em Corrente ( a 874 km de Teresina). Nesta quarta, a equipe do Tribunal estará na cidade de Gilbués e na quinta em Monte Alegre. 

Segundo Sebastião Ribeiro Martins, as cidades de Santa Filomena, Curimatá, Cristalândia, Gilbués, Monte Alegre e Cristino Castro estão  sem juiz titular.

Desde a saída do juiz Osório Bastos (que foi preso e afastado), o município de Curimatá está sem juiz. O magistrado que atende o município está percorrendo cerca de mil km para fazer atendimentos em Curimatá (a 705 km de Teresina), saído de Campo Maior.   

O magistrado disse que o relatório parcial foi entregue a Corregedoria do Tribunal de Justiça. 

Veja na íntegra o relatório


1 - CRISTINO CASTRO 

Total de processos examinados: 2.041. 

Há atrasos, principalmente nos processos criminais.

A estrutura física do prédio do Fórum é antiga, precária, com infiltrações na Secretaria da Vara Única, houve desabamento parcial do forro de gesso na Sala das Audiências e na Secretaria. 

A Promotora de Justiça, que acaba de ser removida, instaurou Inquérito Civil Público para interditar o prédio do Fórum. 
Achei por bem interditar, parcialmente, o prédio do Fórum, sobretudo a Sala das Audiências para evitar danos a terceiros e aos próprios servidores e juízes.
A Presidente do Tribunal de Justiça, Desª EULÁLIA PINHEIRO, já autorizou a transferência do Fórum para outro imóvel enquanto durar os trabalhos de reforma e ampliação.
O Tribunal Popular do Júri não se reúne há mais de 05 (cinco) anos e há presos provisórios aguardando julgamento. O então Juiz de Direito ittular foi removido sem realizar, nesse período, nenhuma sessão do Júri.
Com a remoção da Promotora de Justiça, a Comarca encontra-se, atualmente, sem Promotor de Justiça.

2 – BOM JESUS

2.1 - VARA COMUM 

Total de processos examinados: 3.968. 

O Juiz de Direito titular, que se encontra de férias, tem realizado um bom trabalho, apesar da falta de servidores, principalmente Oficiais de Justiça. 

2.2 - VARA AGRÁRIA 

Processos examinados: 1.230. 

O Juiz Titular, Dr. Heliomar Rios, tem dado regular andamento aos processos, mas não tem servidores efetivos lotados na Vara, que conta apenas com a Diretora da Secretaria, jovem, bastante desmotivada com as condições de trabalho e estrutura da Secretaria. 
Falta servidores e Oficiais de Justiça. 

Os advogados de Bom Jesus e as autoridades locais estão apreensivos com a notícia da transferência da Vara Agrária para Teresina.

O Fórum funciona no prédio do antigo Mercado Municipal, reformado em 1987, bem localizado, no centro da cidade, com razoável estrutura física, mas as instalações elétricas comprometem o funcionamento regular do sistema Themis Web. 
A Promotora de Justiça local, que também acaba de ser removida, promoveu Ação Civil Pública para interditar o prédio do Fórum.
Não há segurança no prédio do Fórum.

2.3 - JUIZADO ESPECIAL CÍVEL E CRIMINAL-JECC. 
Total de processos examinados: 1.035. 

Funciona num pequeno prédio, não há serviço de limpeza, não há placa de identificação do prédio, que foi destruída, com péssima imagem do local, móveis e cadeiras danificados, com processos em várias partes, fora das prateleiras.
Não há impressora sequer na própria Secretaria. A Diretora tem que interromper as audiências de conciliação para imprimir as reclamações das partes e as intimações do Juizado. A situação é decepcionante.
Este Juizado está agregado à Vara Comum, portanto não há um Juiz titular, o que compromete a própria finalidade desse juizado, que é a celeridade processual, devido à grande quantidade de processos em andamento.
Os processos criminais foram quase todos extintos com a prescrição das respectivas ações penais. 

Os processos cíveis só tem andamento regular  até a homologação dos acordos, mas os demais são julgados com grande atrasos, comprometendo assim a celeridade processual e a imagem da própria Justiça, que perde credibilidade e desestimula o ajuizamento de novas ações.

Determinamos, através de Provimento, que o Juiz de Direito, num prazo de 90 (noventa) dias, promova a mudança do Juizado para outro prédio que ofereça o mínimo de condições para abrigá-lo e requisite, com urgência, impressoras e materiais de expediente.

A cidade de Bom Jesus, em franco processo de desenvolvimento, em face da grande produção de soja na Serra do Quilombo, desponta hoje com uma das mais promissoras do Estado do Piauí, merece uma melhor atenção do Poder Judiciário, sendo imperioso e urgente a desagregação do Juizado Especial Cível e Criminal da Vara Única, uma vez que o Juiz de Direito da Vara Comum não tem condições de acumular as 02(duas) unidades jurisdicionais.

2.4. PENINTENCIÁRIA REGIONAL DE BOM JESUS

A Penitenciária Regional de Bom Jesus “Dom Abel Alonso Nunez” está em boas condições físicas, há agentes penitenciários suficientes, boa segurança, a cozinha é limpa e a alimentação de boa qualidade.

Há vários presos provisórios aguardando julgamento.

2.5 – DELEGACIA REGIONAL DE POLÍCIA

A Delegacia Regional de Polícia está em péssimas condições, duas celas insalubres, com infiltrações e mau cheiro nos sanitários.

Havia presos aguardando a homologação de flagrante por crimes comuns e uma presa proveniente da Lei Maria da Penha.

Bom Jesus conta apenas com 02 (dois) Delegados concursados para atender mais de 08 (oito) municípios.


3 – REDENÇÃO DO GURGUEIA 

Total de processos examinados: 589. 

A estrutura do prédio do Fórum é boa, mas o forro de gesso corre risco de desabamento. 

Falta servidores e Oficiais de Justiça.

Não há Promotor de Justiça designado e nem Juiz de Direito Titular. Os processos estão tramitando lentamente.

4 – CURIMATÁ 

Total de processos examinados: 1.518.

O prédio do Fórum é novo e está em boas condições físicas. 
O serviço de internet é lento e cai constantemente.

Está sem Juiz Titular há muito tempo. Quem responde pelo expediente da Comarca é o Dr. JÚLIO GARCEZ, de Campo Maior, que tem dado impulso ao andamento processual, inclusive as ações penais e de improbidade administrativa, apesar de comparecer apenas uma semana por mês.

Falta Promotor de Justiça em Curimatá.

5 – AVELINO LOPES 

Total de processos examinados: 1.812.

O prédio do Fórum, apesar de ter sido inaugurado há menos de 02 (dois) anos, já apresenta, segundo os servidores, problemas de goteiras e infiltrações 

O Juiz Titular, Dr. Rafael Palludo, é um excelente magistrado, bem preparado tecnicamente, ético, honrado e respeitado na região.

Os processos tem andado normalmente, mas falta Promotor de Justiça, o que acaba comprometendo o trabalho do Juiz.

6 – PARNAGUÁ 

Total de processos examinados: 1.070.

O prédio do Fórum é novo e está bem localizado.

Os Cartórios extrajudiciais são oficializados. Falta livros e computadores. Em breve serão providos por concurso público.

A Comarca está sem Juiz Titular há muito tempo e não há Promotor de Justiça sequer designado. Aliás, falta Promotor de Justiça em praticamente todas as Comarcas do sul do Piauí. Os processos, por isso, andam lentamente.

7 – CRISTALÂNDIA 

Total de processos examinados: 778.

O prédio do Fórum é razoável, bem localizado, mas falta servidores e Oficiais de Justiça.

Não há Promotor de Justiça designado e os processos, sobretudo as ações penais e de improbidade administrativa (META 18 CNJ), estão paralisados.
Recentemente, foi designado um Juiz de Direito Substituto para a Comarca.

8 –  CORRENTE 

Correição em andamento. 

O prédio do Fórum de Corrente, que está em péssimas condições, foi arrombado sábado passado. Houve o respectivo Boletim de Ocorrência. A falta de segurança nos prédios dos Fóruns, entretanto, é notória na região.

CONCLUSÃO

Como se pode constatar, até o presente momento, Senhor Corregedor, de forma clara e evidente, a falta de servidores e Oficiais de Justiça nessas Comarcas, as precárias condições físicas dos prédios do fóruns e, principalmente, a falta de Promotores de Justiça e Juízes de Direito Titulares, estão comprometendo o bom andamento da Justiça nesta região.

Ao tempo em que agradeço a confiança em mim depositada na delegação de tão nobre função, como corregedor designado por Vossa Excelência, aproveito a oportunidade para apresentar-lhe votos de consideração e apreço.

Atenciosamente,


Desembargador SEBASTIÃO RIBEIRO MARTINS
 Corregedor Designado – Portaria nº 457/2013


fonte:cidade verde

STJ decide manter preso irmão do ex-juiz Osório Bastos, de Curimatá

Filder Caster é acusado de dois homicídios, um deles com apoio do irmão.

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido de liberdade para Filder Caster Nonato Bastos, irmão do ex-juiz da comarca de Curimatá (PI) Osório Marques Bastos e acusado de dois homicídios, um deles com apoio do ex-magistrado. A decisão foi publicada em junho, mas divulgada nesta terça-feira (30) pelo site do STJ. 

Cidadeverde.com
Ex-juiz Osório Bastos, quando foi preso em 2008

Segundo o relatório do ministro Og Fernandes. "Consoante a peça de acusação, o paciente Filder Caster, contando com o apoio logístico de seu irmão, Osório Marques Bastos, ex-Juiz de Direito no Estado do Piauí, matou, a tiros, desafeto seu, conhecido como "Zé Carlos". Teria também assassinado pessoa de nome Wyngredy porque este teria conhecimento das ilicitudes praticadas pelos acusados."


A denúncia que tramita no STJ aponta Osório Bastos como suposto líder de uma facção criminosa com "reputação de homem cruel". Ele foi preso em 2008 com armas até do Exército em sua casa e na companhia de Filder Caster e de Salvador Amorim, o "Salvador de Neura", acusado de matar o ex-prefeito de Redenção do Gurgueia, Joaquim Fonseca. 

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Osório Bastos responde por crimes de homicídio, porte ilegal de armas restritas, venda de pólvora, favorecimento de criminoso e falsificação de cartas precatórias. Em 2009, ele foi condenado a 11 anos e oito meses de prisão em regime fechado. O STJ negou, em abril deste ano, o trancamento da ação penal que o condenou.  


Em 2012, o STJ manteve a prisão do ex-juiz para garantia da ordem pública. A decisão lembra que Osório Bastos “sempre desfrutou de um sentimento de intocável, visto que, utilizando-se de sua função de magistrado, muitas vezes arquitetava o crime, algum comparsa o executava e depois o próprio senhor Osório julgava as pessoas que acobertava”. 

A defesa de Filder Bastos alegou que o réu é primário, tem residência fixa, profissão definida, bom comportamento e não impediu a instrução do processo. Porém, o ministro Og Fernandes, relator do pedido de habeas corpus no STJ, alegou preservação da ordem pública e disse que a situação dele não é diferente da do irmão, “principalmente porque, segundo a denúncia, foi o responsável pela execução material dos dois homicídios qualificados descritos pela acusação”. 

fonte:cidade verde

Piauí: operação desmonta quadrilha que explorava árvores em extinção

Ação apreendeu madeira retirada de aroeira, árvore protegida por lei federal.

A Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídrico (Semar) concluiu na noite de segunda-feira (8) a Operação Aroeira II, que combateu a exploração dessa árvore no Sul do Estado. Além de madeira apreendida, a ação, que durou uma semana, confiscou equipamentos, destruiu fornos para queima de carvão e ainda embarcou loteamentos na região de Morro Cabeça no Tempo, 874 quilômetros ao Sul de Teresina (PI). 

Fotos: Semar/PI

A operação apreendeu 240 estacas e 40 toras de aroeira, árvore em extinção protegida por lei e de exploração proibida. A madeira já estava pronta para transporte. Caminhões iniciaram a transferência do produto para o Zoobotânico, em Teresina, onde também devem ficar motosserras e outros equipamentos apreendidos na operação, que flagrou depósitos no meio da mata onde a madeira era armazenada.

“Quando chegamos aos acampamentos, os madeireiros fugiram utilizando-se de armas de fogos. Nos acampamentos encontramos motosserra, motocicletas, uma grande quantidade de alimentos e água, redes para dormir e todo o material que garantiria a manutenção no meio da mata, por pelo menos uma semana”, disse o fiscal ambiental Francisco Mascarenha. 

A madeira será doada para instituições sem fins lucrativos. Os equipamentos poderão ser devolvidos se os proprietários comparecerem até a Semar comprovando sua posse.

 
De acordo com fiscais da Semar, madeireiros passam semanas acampados na mata, em área de difícil acesso, para fazer o corte da árvore, que pode atingir mais de 20 metros de altura e tem alto valor na construção de imóveis. O produto iria para Bahia, Minas Gerais e São Paulo. 

Os fiscais notificaram dois loteamentos irregulares, embargados por falta de documentação de licenciamento e/ou execução de serviços fora do que permitia sua licença. A Polícia Ambiental deu suporte para a equipe da Semar. Ninguém foi preso. “A multa para este tipo de crime ambiental, considerando uma área superior a 100 hectares, é de R$ 90 mil”, acrescentou Mascarenhas.


A Semar divulgou o telefone (86) 9937-4153 para denúncias de crimes ambientais feitas pela população. 

Outras ações
A operação ainda lacrou um matadouro particular na região de Uruçuí. O estabelecimento já havia sido embargado, mas continuava a funcionar. A multa é de R$ 50 mil. 

fonte:cidade verde

Piauí tem treze empresas enquadradas por trabalho escravo


O Ministério Público do Trabalho atualizou a lista ontem. Empresas estão proibidas e acessar créditos bancários.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) atualizou, nesta sexta-feira (28), o cadastro de empregadores flagrados explorando mão de obra escrava no país. Na lista, o Piauí apresenta 13 empresas, entre fazendas e construtoras.


Segundo a superintendente regional o MTE, Paula Marzullo, as empregadoras flagradas receberão sanções econômicas e morais. "Estão proibidas de acessarem créditos em bancos públicos e agora também em bancos privados", explicou. 

Marzullo acrescentou ao Cidadeverde.com que a lista é atualizada a cada seis meses e que na relação anterior o Piauí já tinha em torno de 10 empresas. Ela disse ainda que no documento constam apenas as empregadoras que praticavam trabalho escravo dentro do Piauí, o que exclui a realidade de migração para trabalho escravo, comum na cidade de Barras, para a região Norte do país. "Em Barras o foco é a migração para a exploração em atividades de pecuária e desmatamento que ocorrem na região Norte. Essas listadas pelo MTE são as que escravizam dentro do Piauí", detalhou.

No país existem 504 infratores, entre pessoas físicas e jurídicas com atuação no meio rural e urbano. Ao todo, 136 nomes foram incluídos com a atualização da lista. Dessas novas inclusões, 61 empregadores estão relacionados a atividade de pecuária, 14 à produção de carvão vegetal e nove à extração de madeira. 

Os nomes são mantidos por dois anos e, caso o empregador pague todas as multas e não volte a cometer o delito, o registro é excluído da lista. A inclusão do nome no Cadastro ocorre após decisão administrativa relativa ao auto de infração, lavrado em decorrência de ação fiscal, em que tenha havido a identificação de trabalhadores submetidos a trabalho análogo ao de escravo.

fonte;cidade verde

LAFARGE e KIA podem ter caído num esquema de grilagem de terras

Corregedoria encontrou várias irregularidades nos registros dos imóveis das multinacionais

A gigante do cimento, a multinacional LAFARGE, cujas ações são comercializadas na bolsa de Paris, está presente em 64 países no mundo. No Brasil, a empresa tem fábricas em Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Bahia e Goiás. E no Piauí, terras. São 52 mil hectares de propriedade da Lafarge Brasil S/A. Porém, o relatório da Corregedoria Geral de Justiça contesta a veracidade das matrículas, colocando em xeque a lisura do negócio feito entre a multinacional e um senhor chamado João Batista Fernandes.
De acordo com a inspeção do juíz Luís Henrique Moreira Rêgo, não existe uma cadeia nominal que possibilite chegar à origem desses milhares de hectares.
Outra grande empresa nacional que tem terras no Piauí, com indícios de fraude, é a Brazil Trading Ltda. A empresa é a  distribuidora dos automóveis Kia no Brasil. As terras da Kia (Brasil Trading Ltda) estão dentro de um conjunto de 255 mil hectares, que segundo o relatório, as matrículas foram originadas de Carta de Sesmaria suspostamente registradas no livro 14, sob número 13 no Estado do Pará em 1929, fls 2013, concedida a João de Sousa Câmara e outros”.
Conforme o relatório da corregedoria, “essas supostas cartas não foram confirmadas judicialmente e no cartório não existe qualquer arquivamento de documento que comprove a existência das ditas cartas, bem como não foi provado qualquer cadeia dominial entre o cessionário da sesmaria e o atual possuidor da terra.” Conclui o relatório.
Como explicar que departamentos jurídicos e os advogados de gigantes empresariais como a Lafarge e a Kia permitam que estas empresas se envolvam num negócio jurídico tão duvidoso com defeitos percebidos de imediato numa correição do judiciário?
As irregularidades acima foram identificadas no Cartório de Avelino Lopes. Mas, o juiz corregedor Luís Rêgo identificou inúmeras outras possíveis fraudes grosseiras, como diz o relatório. Corretivos (substância líquida e branca usada por estudantes para apagar um escrito anterior) foram utilizados nas escrituras, comprometendo a integridade e confiabilidade dos registros. E é desta forma ‘passando a borracha’ que no livro 2, G fls. 109, matrícula 1.154, alguém conseguiu alterar de 200 para 3.483 o imóvel registrado alí. Um aumento de 17 vezes. Inexplicável!
A necessidade de transferência da Vara Agrária para Teresina
A seriedade dos fatos implicou na vinda ao Piauí, em junho deste ano, da Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo. Ela é presidida pelo ouvidor agrário nacional, o desembargador Gercino José da Silva. Eles estiveram reunidos na presidência do Tribunal de Justiça do Piauí por 3 dias, de 5 a 7 de junho passado.
Na ata de uma das reuniões à qual Capital Teresina teve acesso, o representante da Presidência do Incra naquela comissão foi quem sugeriu a vinda da Vara Agrária para Teresina. Ele, Claúdio Braga, assumiu o compromisso de solicitar a Pepe Vargas, ministro do desenvolvimento agrário, que se reúna com a Assembleia Legislativa do Piauí para discutir o projeto de lei de transferência da Vara Agrária.
Veja a transcrição da ata do dia 07 de junho na reunião que ocorreu pela manhã: “ O ouvidor agrário nacional e presidente da Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo, desembargador Gercino José da Silva, atendendo sugestão do representante da Presidência do Incra na Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo, doutor Cláudio Rodrigues Braga, assumiu o compromisso de solicitar ao ministro do desenvolvimento agrário, doutor Pepe Vargas, que demande reunião com a Assembleia Legislativa do Estado do Piauí, com o objetivo de discutir o projeto de lei que será apresentado pela Presidência do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí para transferência da Vara Agrária para Teresina, com competência em todo o Estado.“
Estão alinhados com a presidência do Incra  na proposta de vinda da vara agrária para Teresina os juízes Luís Rêgo, José Airton e Heliomar Rios. São contra a OAB-PI (William Guimarães) e o Corregedor Geral do Tribunal de Justiça do Estado, Paes Landim.
Até agora o Tribunal de Justiça ainda não decidiu pela transferência da Vara Agrária para Teresina. A discussão foi adiada.
Atualizada às 19:41 do dia 16.07.13
Lafarge envia resposta sobre a matéria
"A Lafarge informa que não foi comunicada a respeito do referido relatório. A empresa informa ainda que recebeu terras localizadas no município de Morro Cabeça no Tempo, no sul do Piauí, em dezembro de 2005 através de operação de dação em pagamento. A empresa não tem nenhuma intenção de construir uma unidade industrial no local ou mesmo de realizar qualquer tipo de exploração econômica na região, e pretende vender a referida área."
ASCOM - LAFARGE
fonte:capitalteresina.com.b

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